
Por cada gesto, por cada palavra. Apaixonar-se sem motivos nem porquês, só por sentir.
Falar bobagem, brincar de ser alguém...
Revelar tudo, relevar... irrelevar. Contar segredos, descontar bobagens. Contar mil vezes até dez antes de estourar, brincar de briga... brigar de verdade, só por brigar.
Sempre o mesmo ciclo... ainda mais clichês.
Existe uma linha imaginária entre o gostar e o deixar. E há um único momento, sem volta, no qual se pode escolher se entregar ou abandonar.
Foi a escolha certa?
"E a historia que
Nem passou por nós
Direito ainda
Pr'onde é que foi?"*




